Key-note speakers

Como nas anteriores edições dos Encontros de Estética e Teoria Cultural, dois convidados estrangeiros ministram uma palestra de fundo sobre o tema. Este ano Paul Ardenne, crítico, curador, professor de História na Universidade de Amiens e autor de obras como Un Art contextuel (Flammarion, 2002) ou Art, le présent : la création plastique au tournant du 20ème siècle (Éditions du Regard, 2009) é acompanhado por Krzysztof Nawratek, pedagogo no campo da arquitectura e docente na Universidade de Sheffield, autor de obras como ‘City as Political Idea’ (University of Plymouth Press, 2011) e ‘Holes in the Whole. Introduction to Urban Revolutions’ (Zero Books, 2012).

 


Krzysztof NawratekKrzysztof
Nawratek, na primeira pessoa: O meu principal interesse é a teoria urbana no contexto da filosofia pós-secular. Interesso-me pela evolução das cidades (pós-)socialistas, a crise do modelo de cidade neo-liberal, a relação entre o capotalismo cognitivo e a forma urbane e a re-industrialização urbana. Politicamente sou um democrata transumanista pós-cristão.
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Paul Ardenne12834710_10154083626674379_1736647646_n (1), nas suas próprias palavras: A cidade é, desde a modernidade o «cronótopo» por excelência das intervenções artísticas. A proximidade com o público, a co-criação, a emergência de um espectador em princípio emancipado constituem o seu espírito. Não sem problemas ou ambivalência, nomeadamente quando a criação urbana, livre à partida, se institucionaliza. Com um risco: a perda de radicalidade política, em proveito da alienação, da submissão e do controle. O conceito de interface, neste quadro, não implica uma aderência perfeita, uma fusão das partes. Mais do que no perfeitamente funcional, o interface realiza-se pelo contrário no molecular, difuso, incerto, flutuante. São questões essenciais, já que o laço social se tem vindo a desfazer consideravelmente. (+)

https://paulardenne.wordpress.com/

 

 

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